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Pastoral de Casais em Segunda União – Paróquia Santa Tereza D’Ávila

24 de fevereiro de 2006

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É uma Pastoral de Misericórdia e Verdade, com a renúncia consciente
dos Sacramentos do Matrimônio, Penitência e Eucaristia.
Implantada na Paróquia de Santa Tereza desde 26/05/2009,
se reúnem em grupos quinzenalmente.

Contato: Adriana e Rodrigo 3342 8235 ou
Vanuza e Alexandre 3341 2110
e-mail: segundauniaonews@hotmail.com

32. A respeito dos casais em segunda união, leve se em conta, em toda a Diocese, as recomendações e sugestões pastorais divulgadas após a Assembléia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, quanto à situação de católicos divorciados vivendo uma segunda união, publicadas em 8 de março de 1997. (L’Osservatorie Romano, ed. portuguesa, pág. 8).

33. Atente-se que os insucessos matrimoniais, em geral, são uma fonte de sofrimento, sobretudo para aqueles que vêem desvanecer o projeto do seu amor conjugal. A Igreja é sensível ao sofrimento dos seus membros. Ela, assim como se alegra com os que vivem na alegria, de igual modo chora com aqueles que choram (cf. Rm 12, 15).

34. Além disso, os filhos dos separados e dos divorciados têm, em geral, necessidade de alguma atenção específica, sobretudo no contexto da catequese, para que não se sintam discriminados.

35. Deve se, também, prover uma assistência pastoral para aqueles que se dirigem ou poderiam dirigir se ao juízo dos Tribunais Eclesiásticos para a possível declaração de nulidade do seu matrimônio.

36. Não se deve esquecer que muitas vezes as dificuldades matrimoniais podem degenerar em drama, se os esposos não têm a vontade ou a possibilidade de abrir se, quanto antes, com uma pessoa (sacerdote ou leigo competente), para se deixarem ajudar a superá las.

37. Quando os cristãos divorciados passam a uma união civil, a Igreja, fiel ao ensinamento de Nosso Senhor, não pode exprimir sinal algum, público ou privado, que pareça uma legitimação da nova união, como por exemplo: bênção do casal, das alianças, celebrações da Palavra, ou simples orações dirigidas por presbíteros ou diáconos. Até mesmo a presença de ministros ordenados, como convidados, a festas de casamento que não sejam o Sacramento do Matrimônio, pode gerar interpretação errônea.

38. Os casais em segunda união são convidados a iniciar um caminho rumo ao Cristo mediante um diálogo de fé com o novo parceiro, estabelecendo uma vida de oração, de participação litúrgica na comunidade, mesmo não podendo receber o Sacramento da Reconciliação e da Comunhão Eucarística. Tão logo seja possível, legalizem sua situação perante a Igreja.

39. Como ressalta o Santo Padre o Papa João Paulo II: “Estes homens e estas mulheres saibam que a Igreja os ama, não está longe deles e sofre pela sua situação. Os divorciados novamente casados são e permanecem seus membros, porque receberam o batismo e conservam a fé cristã”.

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