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Santa Ágape, Região de Friul-Veneza Júlia, Província de Udine, Itália – Corpo Incorruptível

16 de abril de 2011

Os corpos dos santos que não se decompõem são reais. Não são múmias rígidas, secas e  sem umidade por causa de certos minerais da terra.

Os Santos permanecem com idades entre 18 e 20 anos, como no dia em que morreram, exalando perfumes requintados e mantendo a flexibilidade e maciez.

As irmãs convertidas Ágape, Irene e Chiônia viviam perto da cidade de Aquiléa, norte da Itália, no início do terceiro século, no ano 304. Ainda muito jovens ficaram órfãs e decidiram casar-se.

Nesta mesma época o imperador Diocleciano visitou Aquiléa e iniciou uma feroz perseguição contra os cristãos e muito rapidamente todos os cárceres estavam repletos.

As três irmãs também foram denunciadas por levar Bíblias com elas.
Irene havia escondido grande parte dos livros cristãos em sua casa e em seguida fugiu para as montanhas juntamente com Ágape e Chiônia.

Ágape e Chilônia, porém foram encontradas e presas. Levadas diante do governador da Macedônia, Dulcério, foram submetidas a intenso interrogatório, confessando sua fé e obediência a Deus.  Sofreram muitos suplícios e durante os suplícios, vários milagres ocorreram, mas os torturadores não se davam conta. Finalmente foram condenadas a morrer queimadas vivas.

Irene seria a última a passar por tal desumano sofrimento. Submetida a novo interrogatório, manteve-se firme em sua profissão de fé. Tirando-lhe a roupa, expuseram-na à vergonha pública. Foi condenada a morrer jogada em óleo fervente.

Os corpos de Ágape, Chiônia e Irene foram sepultados por santa Anastásia. As três irmãs tinham uma fé inquebrantável em Deus e não se atemorizaram ante as ameaças dos torturadores, oferecendo sua juventude em martírio por amor a Cristo. Entregaram suas vidas terrenas para obter a vida eterna e foram contempladas com a felicidade do Reino dos Céus.

O “corpo sagrado” termo que identifica as relíquias de ossos das catacumbas romanas e em outros lugares, foram transferidos para a cidade entre um período entre o final do século XVI e a segunda metade do século XIX.
Apesar de muito destruído pelas chamas, o corpo de Santa Ágape pôde ser restaurado por ainda conter massa muscular e carne e pode ser venerada na Paróquia São Miguel Arcanjo em Oreno.

Posteriormente, em uma cerimônia religiosa dedicada a elas, foi dito que nunca tiveram medo dos ataques das feras, nem mesmo quando estas dilaceravam seu corpo. Sua Festa Litúrgica é comemorada em 16 de abril junto com suas irmãs que são consideradas padroeiras da união e da coragem.

Por suas intercessões que o Senhor nos fortifique em nossos santos propósitos.

Santa Ágape…     Rogai por nós!

Fonte: Eclesia.com e portalcatólico

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