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16º ENCONTRO DA SUB-REGIÃO CAMPINAS – PASTORAL FAMILIAR * “Plenário”

10 de julho de 2011

Plenário:

Reflitam em grupos mistos de dioceses às três perguntas:

1-     Que resultados obtivemos como Pastoral Familiar na sua Diocese?

2-     Quais são os desafios?

3-     Que soluções poderemos ter?

 

Resposta 1:

Em todas as Dioceses já existem as mesmas pastorais que temos funcionando hoje aqui em nossa Paróquia.

O que ainda não temos é o estão experimentando as Dioceses de Limeira, Amparo e Campinas e que estão dando resultados frutíferos. São:

O Enfir – Encontro de Namorados Firmes: são jovens casais de namorados que estão juntos a mais de um ano e que são evangelizados e evangelizadores.

Pós-Matrimônio – É a visita do próprio Padre que presidiu a celebração, convidando o novo casal e frisando a importância da participação deles em algum projeto da Igreja.

SOS a Família Enlutada – São casais evangelizadores que perderam entes queridos de forma trágica ou não, que visitam famílias que não se conformam com a perda e as confortam, evangelizando-as na única esperança e certeza que temos à luz do Ressuscitado.

Conclusão:
Em todas as Dioceses foi unânime que a prioridade para uma prevenção bem feita são os noivos. Portando a preparação de noivos foi o foco central.

Precisamos amparar as pastorais e movimentos que já existem, inovando com idéias e parcerias, mas a certeza da salvação das famílias cristãs estão nos jovens.

Foi muito importante a iniciativa da Diocese de Amparo com o Enfir, assim os namorados são evangelizados antes da decisão do noivado. Assim a preparação fica ainda mais proveitosa e depois de Sacramentado, este novo casal com certeza continuará a se dedicar a Igreja, dando o devido valor aos Sacramentos e à família.

 

Resposta 2:

Também foi unânime em todas as Dioceses que o desafio maior é o “despertar para Cristo”.
Faltam em quase todos os casais que chegam, essa busca pelo Sagrado. A maioria chegam por curiosidade e completamente sem “sede”.
O desafio é fazer com que esses mesmos casais façam seus corações arderem pelo Cristo Ressuscitado. Que façam seu encontro pessoal com Jesus e se transformem.

Outro desafio muito importante é o de fazer brotar nestes casais a necessidade do servir.
Com tudo tão disk ou Express hoje em dia, as pessoas se esqueceram de servir e só se lembram do ser servido. Nem a comida da própria família hoje não é feita mais em casa. Pela praticidade e conveniência ligam e em seguida é entregue quentinho na porta.

Precisamos transformá-los para que não continue faltando material humano nas pastorais.

Foi eleito também como um Desafio com letra maiúscula o desafio da linguagem entre o próprio clero. O que uma paróquia acata a outra nem sonha em fazer, isso tudo complica muito. Muitos Padres não aceitas nem a Pastoral Familiar dentro da Paróquia.

Exemplo: é prioritário a preparação para noivos, mas a paróquia vizinha vai continuar fazendo o famoso “cursinho” de meio período. Assim não tem jeito. Temos que falar todos uma só linguagem!

Temos também a linguagem desencontrada de alguns agentes pertencentes ao mesmo grupo pastoral. A mesma pergunta feita a outro agente, a resposta é outra. Isso não pode!

Um desafio também é colocar pessoas certas nos lugares certos dentro da Pastoral Familiar ou qualquer outro movimento. Não adianta por o “Zé e a Luzia” na cozinha se eles gostam e tem o dom de trabalhar na música ou vice versa. Precisamos estar abertos a conversar e nos descobrir e assim irmos revelando nossos verdadeiros dons.

E por último o desafio de preparar famílias que não aceitam as vocações religiosas dos filhos.
Muitas famílias optaram por um único filho e querem descendência, coibindo muitas vezes os filhos e os privando de dons maravilhosos reservado à eles por Deus.

Conclusão:
Estamos juntos tentando acertar e isso é o mais importante. Pastoral Familiar não se faz com meia dúzia de casais, precisamos de mais agentes.

Graças à Deus temos em nossa Paróquia o Pe. Moacir, nos apoiando e incentivando sempre!

É na família que nascem também as vocações religiosas. Precisamos estar abertos também a essa decisão dos filhos quando descobrem esse dom.

 

Resposta 3:

A solução neste momento também pode ser chamada de esperança.
Estamos convictos de que a União com muito amor pode tudo em Cristo. Deste modo destacamos duas possibilidades concretas a curto prazo.

1-     Fazer encontros de casais na comunidade para que sintam o desejo de trabalhar na Pastoral Familiar. Evangelizando-os para serem futuros discípulos missionários.

 

2-     Preparação para noivos. Uma preparação bem feita, evangelizando os dois para a conscientização e valor do Sacramento do Matrimônio.

Conclusão:
Pastoral Familiar tem que ser família evangelizando família.

Que todos os Párocos aceitem a implantação da Pastoral Familiar e tenham nela um suporte para todas as famílias e assim com o apoio do Pároco o serviço pastoral sai bem feito.

Que os próprios noivos se conscientizem da importância da preparação e eles mesmos optem pela preparação evangelizadora. É pra vida toda, por isso vale à pena!

Que desperte no novo casal a necessidade da continuidade com uma catequese familiar, construindo uma Igreja Doméstica.

Frei Almir Ribeiro Guimarães

Texto: Vanuza Colombo

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