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II Congresso Mundial da Divina Misericórdia – como foi

18 de outubro de 2011
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1º dia: visita a Wadovice, cidade de 30 mil hab. onde o Bem Aventurado JPII nasceu e viveu na sua juventude; sua antiga casa, que está em reforma para se tornar um museu, fica ao lado da igreja. O Bem-a venturado estudou 1 ano de filologia em Cracóvia e queria inicialmente entrar para o mosteiro carmelita, mas o Cardeal Adam Sapierka (?) não o permitiu. Durante o comunismo, construiu uma igreja em Cracóvia para os mil anos de batismo da Polônia (1966).
Visita a Czestokowa, onde está a imagem de N. Sra., padreira da Polônia. Curiosidade: havia centenas de jovens lá, que vieram do outro lado do País entregar seus estudos à Mãe Santíssima uma típica peregrinação antes do vestibular.
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2ºdia: Cracóvia. Antiga capital do país, até o sec. XVI. Visita ao antigo castelo dos Reis poloneses e à catedral do País; esta cidade não foi destruída pelos nazistas, pois usaram-na como quartel. A cidade é cheia de jovens e bebês.
Abertura do Congresso Mundial, com milhares de pessoas presentes muitos padres. Ênfase na frase de JPII que a misericórdia é maior do que o mal. O Cardeal Shouborn lembrou a necessidade de integrar toda a mensagem com a tradição da Igreja: S. Tomás, Sta. Catarina de Sena, etc.
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3º dia: Missa pela manhã no Congresso e ligação direta com Roma, onde vimos pelo telão a benção do Papa ao vivo para o nosso evento. À tarde, oração com os “hermanos” de lingua espanhola e à noite uma linda encenação teatral – Credo -na praça central, feita pela comunidade italiana Cenaculo.
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4º dia: Visita ao campo de concentração de Auschwitz (cidade de Oswiecim). O campo é na verdade dividido em 3 partes, sendo a de birkenau a maior, onde morreu Sta. Benedita da Cruz, que disse: “Deus é infinitamente misericordioso, é minha decisão me sacrificar por Ele”. S. Maximiliano morreu no campo menor, de Auschwitz, onde ficavam os presos políticos. JP II chamou-os de gólgota do nosso tempo. No total, 1,1 milhão de pessoas foram mortas ali. Milhares de pessoas andando em silêncio até o enorme local. Diante de um lugar como este, somos chamados a rever as nossas vidas: não podemos viver neste mundo sem fazer de nossa vida um bem ao próximo; deixemos de lado toda mesquinhez e pecado, pois a vida tem que ser bem vivida para Deus. Ela é muito breve… Palavra de destaque: “A misericórdia de Deus é maior do que o mal no mundo” (JP II).
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5ºdia: lindos testemunhos no Congresso: destaque para a irmã que foi curada pela intercessão de João Paulo II e disse que sua cura é para que ela dedique ainda mais a sua vida, como enfermeira, para os doentes e que, com o milagre, sente ainda mais desejo de estar diante de Deus em adoração. Mais uma vez Deus está nos falando neste evento: vivamos a vida em plenitude, fazendo o bem, para herdarmos o céu… não caiamos no mundo da mentira e do pecado que está aí fora e que arrasta tantos. Frase que me marcou hoje: “o homem de hoje só aceita a verdade quando acompanhada de misericórdia”.
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‎6º dia: Encerramento do Congresso Mundial da Divina Misericórdia. Em uma das pregações foi enfatizado como a Igreja de deve viver a misericórdia; esta deve ser: 1) proclamada 2) encarnada na vida diária e implorada, como algo urgente e necessário. Fechando o evento, os cardeais e bispos fizeram uma consagração dos participantes e do mundo à Divina Misericórdia. Os congressistas assinaram uma carta pedindo ao Papa que Sta. Faustina seja reconhecia como doutrora da Igreja. Algo que me marcou: um bispo das filipinas que chorou pelos que estão embaixo d’agua no seu país…
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7º dia: visita à Mina de Sal de Wieliczka (300 km de túneis abaixo da terra; 700 anos cavando, mais de 40 capelas dentro). Sta. Kinga é a padroeira dos mineiros de sal (e Sta. Barbara de tods os demais). Visita ao museu da antiga fábrica de Schindler.
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8º dia: Saída de Cracóvia para Varsóvia; parada na cidade de Lodz /úlds/, 3ª maior da Polônia onde Sta. Faustina ouviu o chamado de Jesus (Diário, n. 9); fomos na catedral. Após, visita à sua cidade natal Swinice. Nesta cidade, visitamos a sua casa (3 cômodos mais corredor lateral) e rezamos missa na igreja onde ela foi batizada. Ela nasceu no dia 25/08 as 8h. Como a Polônia não existia politicamente até 1918, Sta. Faustina nasceu como cidadã russa. Seu pai rezava muito e lia para ela a vida dos santos, o que depois ela também fazia com as crianças. Aos 7 anos ela viu Jesus na Igreja. Quando ela visita a mãe doente, já como freira, esta melhorou repentinamente (morreu 30 anos depois, sendo testemunha no processo de beatificação), por isso todos traziam as crianças. Ai ela profetizou que o lugar seria muito visitado e defendido na guerra que viria. Na casa ela rezava ante o quadro do Menino Jesus, de S. Francisco, Sta. Ágata e do S. Coração de Jesus.
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9º dia: visita à cidade de Varsóvia; à tarde, adoração na capela das Irmãs da Sagrada Família, onde Sta. Faustina também fez adoração (D. 154), depois missa na capela das Irmãs da sua Congregação, onde ela entrou na vida religiosa (D. 14 e 15). A casa das irmas ficava colada na parede do gueto de Varsóvia e uma vez só não foi tomada pelos nazistas porque rezaram diante da primeira imagem de Jesus Misericordioso pintada por uma das irmãs. breve visita ao lado, onde hoje há uma igreja, e era a capela onde ela entrou e ouviu Jesus. Paramos em frente a Igreja de S. Tiago, onde ela pediu discernimento a um padre sobre o que fazer em Varsóvia (D. 9). Curiosidade: 80% da cidade de Varsóvia foi destruída ao fim da 2ª guerra, mas foi totalmente reconstruída, sendo que o centro antigo foi reconstruído tal e qual era no passado. A cultura e a fé dos poloneses é muito forte, por isso sobreviveram a tantas guerras; um exemplo para nós brasileiros.
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10º dia: Missa na Igreja onde está o túmulo do Bem Aventurado Pe. Estanislau Papczinski, fundador dos Marianos, em Gora Kalwaria. A cidade foi projetada pelo bispo de então para ser uma nova Jerusalém (nome que recebeu de início), com várias estações dos lugares sagrados. Para lá foram convidados por ele várias ordens religiosas, para cuidar destes lugares. Tempos depois tornou-se um cidade com muitos judeus. Depois, visita a Walendow (Derdy é o bairro), onde Sta. Faustina também esteve (D. 177). À tarde, passeio pelo centro velho de Varsóvia.
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11º dia: Visita a Plock /puótsk/. Cidade muito antiga, a 100 km de Varsóvia, foi a 2ª. Diocese do pais. Ali surgiu por volta de 1920 o movimento dos mariavitas que pregava o amor misericordioso, que depois tornou-se uma seita que existe até hoje. Em 1930 o bispo local lançou um documento alertando sobre eles e sus pretensas visões. Em 1931 Jesus pediu ali que Sta. Faustina pintasse a sua imagem e falasse disso ao confessor… Nesse convento Sta. Faustina trabalhava na padaria e também vendia os pães, bem como ia na fazenda das irmãs, há 9km – bielany – buscar alimentos.
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Abertura do II Congresso Mundial sobre a Divina Misericórdia
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Os sinos de todas as igrejas de Cracóvia anunciaram o início do II Congresso Mundial sobre a Divina Misericórdia. Dois mil apostólos da Divina Misericórdia de 70 países reuniram-se em 1 de Outubro, na Basílica da Divina Misericórdia, a fim de assistir à inauguração solene do II Congresso Mundial da Divina Misericórdia.Enquanto os sinos das igrejas da Cracóvia ressoavam por toda a cidade,  jovens entravam na Basílica, carregando as bandeiras dos representantes dos 70 países que participaram, em Cracóvia, do II Congresso Mundial da Divina Misericórdia. Todos os países foram introduzidos e bem-vindos durante a cerimônia de abertura. Os participantes reunidos na Basílica assistiram a um  vídeo apresentando os Congressos  sobre a Misericórdia Divina, realizada em vários países em todo o mundo. Em seguida, os participantes lançaram flores nas  relíquias de Santa Irmã Faustina e Beato João Paulo II. Depois a Chama da Misericórdia foi trazida para a Basílica, ter sido acesa no Vaticano em 2003 pelo Papa polonês João Paulo II e que foi queimando para sempre na Capela da Adoração Perpétua. Após a chama ter sido trazida, Cardeal Stanislaw Dziwisz acendeu o círio pascal a partir dele.
“Cristo confiou a Sta. Faustina sua mensagem de misericórdia para que ela pudesse anunciá-la ao mundo. Deus enviou esta mensagem em um momento muito difícil da história do mundo – entre a primeira e segunda guerra mundial. Foi o momento em que a humanidade experimentou eventos mais terríveis sintetizado nos campos de extermínio  “- disse o Cardeal Stanisław Dziwisz, durante a cerimônia de abertura. “Pelos feitos de Santa Faustina e Beato João Paulo II esta mensagem tornou-se um sinal de esperança para a humanidade submetida a experiência de dois sistemas totalitários, e tornou-se – como dizia João Paulo II no ano jubilar – a ponte para o terceiro milênio “- acrescentou o metropolitano de Cracóvia. O Ato de Consagração à Divina Misericórdia foi uma crença peculiar feita por João Paulo II, que acreditava que Deus nos lembrou de “Misericórdia” como sinal dos tempos para as pessoas que perdem o seu caminho no materialismo. “
A cerimônia de inauguração ressoava com “Misericordias Domini” – o hino oficial do II Congresso Mundial da Divina Misericórdia. A inauguração foi seguida pela oração do Terço da Misericórdia,presidida pelo curador do Santuário Łagiewniki, Bispo Jan Zajac., às 15:00hs na Basílica da Divina Misericórdia,  As pessoas reunidas cantaram o Terço da Divina Misericórdia em várias línguas, para o qual a música foi composta pelo Professor Stefan Stuligrosz.

Acender a Centelha da Divina Misericórdia – Homilia do Arcebispo Stanisław Nowak
“Peguemos a imagem de Jesus Misericordioso em nossas mãos, acarinhemo-la em nossos corações, e partamos para o  mundo.”Na sua homilia no último dia do Mundo II Congresso da Divina Misericórdia o arcebispo Stanislaw Nowak focou suas palavras na imagem do Redentor a partir da visão de Santa Faustina. A Imagem de Jesus Misericordioso com a legenda Jesus, eu confio em Vós ” nos mostra o caminho que a humanidade deve seguir até a eternidade. Vamos aproveitar esta imagem em nossas mãos, vamos abraçá-la em nossos corações e vamos para o mundo “- disse o Metropolitan Częstochowa.”Com esta imagem de acordo com a visão de Santa Faustina – em um sentido místico, e elaborado pelo Beato João Paulo II entramos no novo milênio. Vamos com fé e esperança. Que este Jesus seja um sinal para nós “- apelou o Arcebispo.”Deixe-me parabenizar os participantes do Congresso sobre sua admiração pelo mistério da Misericórdia que certamente experimentam”.  Que este Congresso possa acender a centelha da Misericórdia, que – como o papa João Paulo II  costumava dizer – estava por vir adiante de Łagiewniki” – concluiu o metropolitano de Czestochowa.

O quinto dia II Congresso da Divina Misericórdia também definiu o início da imagem peregrinante de “Jesus, eu confio em Vós” na Arquidiocese de Cracóvia. Esta imagem, juntamente com as relíquias de Santa Faustina e do beato João Paulo II, visitará as paróquias, e foi abençoada pelo Papa Bento XVI, e durante a Eucaristia para fechar o Congresso, foi levado ao altar pelos representantes da Igreja de Cracóvia.

Cardeal Zen Ze-kiun sobre a situação dramática dos católicos na China

Um apelo dramático para orar pelos católicos perseguidos da Igreja chinesa foi feita pelo Cardeal Zen Ze-kiun de Hong Kong no primeiro dia do Mundo II Congresso da Divina Misericórdia, durante a homilia no Serviço Missa presidida pelo Cardeal Metropolitano Vilnius Audrys Backis. “Peço oração à Divina Misericórdia. O regime mudou suas táticas, mas não o seu objectivo – destruir a Igreja “- disse o venerável Cardeal da China.

Em sua homilia, o Cardeal , Zen Ze-kiun , que retornaria à China na manhã do dia seguinte informou às pessoas reunidas na Basílica sobre a dramática situação dos católicos na China. Perseguições, decisões arbitrárias sobre a vida humana e da morte, violência, corrupção, reprimindo as rebeliões do desejo da juventude desesperadamente pela liberdade – todas essas são suas experiências diárias. “Vendo  o terror do Criador enviou aos filhos atormentados Seus missionários, tais como: Fr. Wieczorek e Fr. Szeliga que são os mensageiros da Divina Misericórdia lá. Eles ensinaram à nação chinesa, que “bem-aventurados os que choram” – disse o pregador.
Os católicos constituem minoria na China, quase 350 mil de 7 milhões de chineses, que de acordo com o cardeal, eles são um “objeto e instrumento” especial da Divina Misericórdia.

A partir da perspectiva de longa data da tragédia na Praça Tiananmen, em Pequim, que teve lugar em meados de 1989 pode ser visto como um presente especial da Divina Misericórdia, pois de alguma forma lembrou os chineses de sua identidade. “Eu acredito e espero que uma forte delegação da China virá aqui para o Mundial III Congresso da Divina Misericórdia, de modo a nos contar sobre as maravilhas da Divina Misericórdia – declarou o Cardeal Zen Ze-kiun.

Oração para a Misericórdia é a obrigação da Igreja – Cardeal Kazimierz Nycz

“Será que é a obrigação ea lei de base da Igreja a rezar ardentemente para a Misericórdia de Deus contra a multidão do mal que ameaça, também hoje, o homem ea humanidade” – disse o cardeal Kazimierz Nycz abertura da conferência sobre o quarto dia do Mundial Congresso apostólica sobre a Divina Misericórdia em Cracóvia-Lagiewniki. O Metropolitano de Varsóvia fez uma palestra sobre: ​​”A Divina Misericórdia nos ensinamentos de João Paulo II, o apóstolo da Divina Misericórdia”.

Em sua opinião, João Paulo II apresenta a realidade da Divina Misericórdia como “definitivamente humanista”, que visa o homem, a sua magnitude e dignidade. “A obrigação da Igreja é, portanto, não só para rezar ardentemente a Deus pela misericórdia que iria responder as necessidades do povo atual, mas antes de tudo, de praticar a misericórdia” – ressaltou o Cardeal. Ele observou que a Divina Misericórdia é uma mensagem universal e abrangente e é por isso que pode tornar-se o plano especial onde várias religiões e sistemas filosóficos poderia atender.

“O mundo moderno, por um lado, é sensível aos problemas humanos, por outro lado, que marginaliza a idéia de misericórdia percebendo-a como um obstáculo para o progresso científico e tecnológico. A este respeito, a obrigação de a Igreja não é apenas transmitir a verdade sobre a Misericórdia Divina e limitando-se a atos misericordiosos feito para as pessoas e pelas pessoas. “- Explicou o Metropolitano de Varsóvia. Ele observou que duvidando e esperando – típico de muitas pessoas temendo a incerteza do futuro – torná-los espontaneamente voltar para a Divina Misericórdia. “É, segundo o ensinamento de João Paulo II, um apelo especial dirigido à Igreja. Ea obrigação da Igreja é a necessidade de tomar uma posição, por assim dizer, expressando a própria palavra “misericórdia” em seu próprio nome e em nome de pessoas contemporâneas “- ressaltou o Cardeal. Como ele afirma, o homem moderno, muitas vezes omite a palavra “misericórdia”, porque é falta de “consciência adequada da sua essência religiosa essencial”. A obrigação ea lei básica da Igreja é a oração ardente para a Misericórdia Divina contra a multidão do mal, que ameaça também o homem ea humanidade de hoje “- afirmou o Metropolitan.

Deus não deseja a morte do pecador, mas sim que ele retorne e vivan – Homilia do Arcebispo Jan Babjak

“Muitos de nós lembram o filho mais novo que saiu de casa de seu pai e viveu em desobediência e do pecado” – disse o arcebispo Jan Babjak em sua homilia no quarto dia do Congresso Mundial da Divina Misericórdia em Lagiewniki. O Metropolitano Presov referiu-se à parábola do filho pródigo, na qual “dominador é o amor de um pai que perdoa tudo”.

O arcebispo falou sobre o amor e a misericórdia de Deus para com todos os Seus filhos “, também para com aqueles que O ofendem, os que O rejeitam, os O que traem, mesmo em relação aos assassinos e todos os pecadores”. O pregador lembrou que o pai da parábola tinha um filho mais velho que, apesar de nunca o ter deixado, estava cheio de orgulho e raiva contra seu irmão mais novo. Tanto os mais jovens e os filhos mais velhos experiementam o perdão de seu pai, que deriva de seu amor ilimitado. O Arcebispo indicou o problema, afetando a nós cristãos, de nosso orgulho em que devemos perdoar aqueles “que imploram por nossa bondade”.

O Metropolitan se referiu à conferência do ano passado no 60 º aniversário de liquidação da Igreja Uniat em na ex- Chechoslovakia. Ele falou então sobre o poder de Deus que pode tirar a bondade – a purificação da Igreja, do mal – o drama do comunismo. “De fato, Deus usou todos os inimigos da Igreja” nos anos 50, agindo em nome da ideologia comunista, para purificar a Igreja Uniat e livrá-la da arrogância, orgulho e fortunas. (…) Ele purificou a Igreja Uniat, através do sofrimento, de modo a libertá-la de tudo o que a impediria de agir em fé e amor “- observou o arcebispo Babjak, enfatizando o papel dos mártires:. Bishop Paweł Piotr Gojdzicz, Wasyl Hopki e Rev. Metody Dominic Trczka.

O pregador tentou convencer que só a Misericórdia Divina pode salvar-nos dos pecados que são demasiado para libertar deles por conta própria. Em conclusão, o Arcebispo disse: “Sem dúvida, a humanidade atingiu o estado quando enfrenta a escolha:  ou a própria derrota, ou sua própria destruição, ou seu resgate – através da ilimitada Misericórdia Divina. Acredito que o mundo tenha escolhido o caminho para a salvação. E este Congresso da Divina Misericórdia comprova isso. Eu quero agradecer a Deus e a todos vocês. ”

Apelo a paz no ex-campo de concentração e extermíno nazista
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O ponto culminante no programa do Congresso foi marcado na segunda-feira com  a oração pela paz no campo de extermínio Auschwitz-Birkenau ( tradução alemã para Oświęcim).

Os participantes do Congresso, chegaram ao local em comboios especiamente arranjados de Łagiewniki para Oświęcim. Presidida pelo Cardeal Christoph Schönborn eles chegaram ao portão de Birkenau, de onde caminharam em silêncio em direção ao Monumento das Vítimas Camp. Lá, o trecho do Antigo Testamento sobre vale de ossos de Ezequiel de volta à vida foi lido. Em seguida, foi cantado o Salmo 28 e dois fragmentos do Evangelho de João foram lidos – o primeiro que descreve a morte de Jesus a partir de Seu sacrifício a esperança para a paz vem, e o segundo – referindo-se ao Cristo ressuscitado que veio para os Apóstolos e cumprimentou –os dizendo: “A paz esteja convosco”.

Após os extratos do Evangelho ser lido, o bispo Tadeusz Rakoczy dirigiu-se às pessoas no acampamento. “Que a centelha da Divina Misericórdia, acesa em seus corações, alcance por aquilo que voces fazem, todos os habitantes da terra e encha-os com esperança e paz. Enviem esta chama de misericórdia para o mundo, acendam-na no coração das pessoas”  – apelou o Ordinário Bielsko-Żywiecki.

A leitura do Evangelho transformou então em uma oração pela paz, composta de três súplicas: para atingir o coração humano, pela paz nas famílias e pela  paz na sociedade. Ao pé do Monumento cinco velas simbolizando os cinco continentes, foram acesas. O serviço foi celebrado com a “Oração do Senhor” e com a troca do sinal da paz.

Depois que os peregrinos se reuniram foram abordadas pelo Cardeal Schönborn. “Neste lugar assustador o mal era imensurável, mas também aqui a Divina Misericórdia define seus limites. Mesmo se não podemos entender o porquê, a Misericórdia de Deus colocou a barreira para o mal. É por isso que eu quero pedir a todos para que pudéssemos levar para nossas casas a mensagem: “nossa culpa é enorme, e por essa razão vamos permitir que Jesus disse o que disse à Irmã Faustina:« não há tamanha maldade com a qual Divina Misericórdia não poderia lidar »” – defendeu o bispo de Viena.

O serviço não foi iniciado com o sinal da cruz, nem foi terminado com o Rito da Bênção. Foi iniciada já no trem para Oświęcim com recitação do Terço da Divina Misericórdia, que fez uma peregrinação peculiar ao acampamento. A ausencia da Bênção Final para fechar a cerimônia deve ser interpretada como um sinal de never-ending súplica a Deus: “Senhor, dá-nos a paz”.

Saudações do cardeal Macharski aos participantes do Congresso
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Irmã Faustina e João Paulo II – não queremos nos libertar de seu carisma “- disse o cardeal Franciszek Macharski ao cumprimentar os participantes do II Congresso Mundial sobre a Divina Misericórdia.

Após a Santa Missa o Cardeal Franciszek Macharski, emérito de Cracóvia, saudou os participantes do Congresso reunidos na Basílica da Divina Misericórdia. Movido pela homilia feita  pelo Cardeal Zen Ze-kiuna de Hong Kong, ele se refere aos católicos perseguidos na China.

“Nosso irmão, o cardeal da China, com grande coragem e devoção à fé e ao homem toma em suas mãos o que ele levou para o seu coração antes. Ele, seus irmãos e irmãs, tomaram em suas mãos essa imagem de Jesus que acabamos de ter na frente de nossos olhos. Que esforço sobre-humano deve ser de chorar a Deus por misericórdia, para o resgate da vida de Jesus entre as pessoas que crêem nEle. Como persistente e cheio de confiança deve ser este «Jesus,  nós confiamos em Vós» – disse com a voz tremendo o Cardeal Macharski.

No contexto acima o cardeal emérito lembrou bem as adversidades que Irmã Faustina teve que enfrentar e o tremendo esforço do Papa João Paulo II,  enfermo, para vir em 2002 para Łagiewniki quando solicitado pelo Cardeal Franciszek Macharski , Metropolitano de Cracóvia, para consagrar a Basílica da Misericórdia Divina. “Irmã Faustina e João Paulo II – não queremos nos libertar de seu carisma, a partir deste dom de Deus que queria este lugar, onde Jesus disse sobre Si mesmo e no qual Ele ensinou, a ser sagrado – um verdadeiro santuário” – convenceu o metropolitano.

Ao se referir à situação atual da Igreja chinesa, o cardeal expressou sua felicidade em que “há tantas pessoas a fazer um sacrifício que é necessário, assim como o sacrifício de Santa Faustina e João Paulo II. Nós temos os dois escritos em nossos corações e que eles estão escritos no coração de Deus “- afirmou.

Finalmente, o Emérito Cardeal indicou Nossa Senhora da Porta da Aurora, cuja imagem é colocada na Basílica da Divina Misericórdia ” The Mother of Mercy” , que ela possa protegê-lo e planos de Santidade do Senhor para com este homem, pobre angustiado possa ser realizado. “

Uma guerra terrível contra os bebês em gestação ainda está em andamento

No último dia do II Congresso Mundial sobre a Divina Misericórdia, Antoni Zieba PhD, Vice-Presidente da Federação Polonesa de Movimento Pró-Vida, falou sobre o projeto mundial de uma oração para a vida.

Em seu discurso, ele apresentou o World Prayer for Life, que é a iniciativa de oração de apoiantes pró-vida. “Desde 2007, esta iniciativa tem constantemente desenvolvido” – enfatizou médico Antoni Zieba. Ele também enfatizou que, nos séculos 20 e 21 cerca de um bilhão bebês em gestação foram mortos por aborto. “Esta guerra terrível contra os bebês em gestação ainda está em andamento, recentemente trazendo mais 50 milhões de vítimas todos os anos” – disse o orador.

“Consciente da magnitude da culpa e da potência da Divina Misericórdia, nós não duvidamos, nem perdemos a esperança, mas cheios de confiança chamamos: Jesus eu confio em Vós – disse o médico Zieba. Em seguida, ele apresentou o programa cruzada para compor o apaziguamento da Divina Misericórdia pelo dom da vida rejeitada, mais respeito pela vida de todo homem, desde o seu nascimento até a morte natural, e implorar a Deus para que a legislação possa proteger as vidas de todas as pessoas.

As orações diárias devem incluir um Mistério do Rosário e o Terço da Divina Misericórdia. Doutor Antoni Zieba apelou a todas as pessoas de boa vontade para participar deste ato de oração. Ele também lembrou que a cruzada era a idéia do bem-aventurado João Paulo II. “É uma grande vitória vencemos graças às orações” – enfatizou. Finalmente, ele expressou sua gratidão ao Senhor Cardeal Franciszek Macharski, salientando que sem este último a “cruzada polonesa” em defesa dos não-nascidos não poderia ser possível.

“Ser testemunhas da misericórdia!”

Sua Eminência o Cardeal Christoph  Schönborn
Arcebispo de Viena (Áustria) 01 de outubro de 2011

No dia 17 de agosto de 2002, o bem-aventurado Papa João Paulo II dedicou este  “Santuário da Divina Misericórdia”, em sua homilia, o Papa, sem exagero, disse grandes palavras que devem ser considerados como seu testamento. Tomo a liberdade de citar dois trechos de sua homilia. Elas representam o “Pórtico”, a porta de entrada do nosso Congresso, aqui, neste lugar, onde o Papa abençoou pronunciado eles:

Hoje, portanto, neste Santuário, desejo confiar solenemente o mundo à Divina Misericórdia. Faço-o com o desejo ardente de que a mensagem do amor misericordioso de Deus, aqui proclamada por intermédio de Santa Faustina, possa ser conhecida a todos os povos da terra e encher seus corações com a esperança. Que esta mensagem seja difundida deste lugar  para nossa pátria amada e para todo o mundo. Que a promessa vinculativa do Senhor Jesus seja cumprida: a partir daqui é preciso ir adiante  “a centelha que preparará o mundo para a sua última vinda” (cf. Diário, 1732). Esta centelha precisa ser iluminada pela graça de Deus. Este fogo da misericórdia precisa serpassado para o mundo. Na misericórdia de Deus o mundo encontrará a paz e a humanidade encontrará a felicidade! Confio essa tarefa para vocês, queridos Irmãos e Irmãs, à Igreja de Cracóvia e da Polônia, e a todos os devotos da Misericórdia Divina que aqui vierem da Polônia e de todo o mundo. Que vocês possam ser testemunhas da misericórdia! (Homilia de 17 de agosto de 2002).

As palavras do Papa constituíram um forte impulso para convocar o I Congresso Mundial Apostólico da Misericórdia, que foi realizado em Roma de 2 a 6 de abril de 2008 e que evocamos com muita gratidão. É sob estas mesmas palavras que podemos colocar o II Congresso Mundial Apostólico da Misericórdia, para o qual o Cardeal Dziwisz nos convidou. Vamos agradecer, hoje com antecedência, a ele e todos aqueles que o ajudaram. O Cardeal conhece o “Papa da Misericórdia” melhor do que ninguém. Seu testemunho é precioso para nós!

Estes congressos devem promover o apostolado de Misericórdia de todo o mundo. Os delegados e participantes vieram de todas as partes do mundo, para buscar nesse local-fonte, a força e o incentivo para da Misericórdia de Deus, para serem testemunhas da Misericórdia. Nós olhamos para as testemunhas da Misericórdia. Nestes dias de congresso, vamos ouvir testemunhos fortes e comoventes. A primeira testemunha, o bem-aventurado Papa João Paulo II já falou. Vamos ouvir um monte de outras coisas sobre ele. A segunda testemunha é inseparável deste lugar, “a pequena secretária” de Jesus, Sta. Faustina. Sua via será descrita por pessoas mais competentes do que eu.

Este dia de graça propoõe uma terceira testemunha. Nós celebramos hoje “a maior santa dos tempos modernos”, como o Papa Pio XI a descreveu: a pequena Teresa de Lisieux. A missão de Teresa era levar as “pequenas almas” através da pequena via  para o céu.  (“É a confiança e nada mais do que a confiança que deve levar-nos a amar”. Carta 197,45). Que ela possa nos conduzir agora e no que se seguir, em direção a confiança na Misericórida de  Jesus;  que ela possa nos ensinar a dizer e a viver nossa vida pessoal “Jezu UFAM Tobie” (= Jesus em Confio em Vós).

Convido-vos, portanto, para olhar um pouco para Teresa de Lisieux. Ela vai nos mostrar o “caminho” de confiança, como o acesso à Misericórdia Divina.

1. Três experiências da Misericórdia de Jesus
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Em sua autobiografia, Teresa menciona três experiências, que lhe ensinaram chamá-la de pessoal e da sua missão: “a graça do Natal”, a imagem de Jesus na cruz, e assassino Pranzini, o seu “primeiro filho”.

Teresa que era como uma criança, extremamente sensível, experimenta no Natal de 1886, pouco antes de seu 14º aniversário, sua “completa conversão”. Depois das matinas do Natal, seu pai faz-lhe uma observação infeliz. Todo o medo que Teresa tem vai sair em lágrimas, apreendidos como ela é, por sua extrema sensibilidade. Mas “Teresa não era mais a mesma em todosos sentidos. Jesus tinha mudado o seu coração (Ms A, 45). “Em vez de gemer, ela estava feliz. Retrospectivamente, ela reconhece que neste dia ela recebeu uma graça, que determinaria sua vida:

“Nesta noite de graça, o terceiro período da minha vida começou a mais bonita de todas, a mais cheia de favores celestiais. Em um instante Nosso Senhor, satisfeito com a minha boa vontade, realizou a obra não tinha sido capaz de fazer durante todos esses anos, como os Apóstolos eu poderia dizer: “… Mestre, temos trabalhado toda a noite, nada apanhamos” (Lc 05:05), mais por misericórdia de mim mesmo do que aos Seus amados discípulos, Nosso Senhor mesmo tomou a rede, lançou-a e tirou-a cheia de peixes. Ele me fez um pescador de homens. Amor e espírito de auto-esquecimento tomou posse de mim, e a partir desse momento eu estava perfeitamente feliz! ” (Ms A, 45, Autobiography 95-97)

A “graça do Natal” é para ela totalmente pessoal, mas também totalmente destinada para os outros. Em Teresa, como na vida de Sta. Faustina, tudo é ao mesmo tempo completamente pessoal e completamente apostólica. Quanto mais o amor a Deus a envolve, mais ela se torna apostólica. Sua experiência pessoal torna-se para ela a parte central de seu ensinamento: a “pequena via”, que ela deve oferecer todas as “pequenas almas”.

A pequena vitória sobre si mesmo torna-se para ela o caminho que permite entender o mistério do Natal: “Nesta noite, em que Ele se fez fraco e sofredor, Ele me fez forte e corajosa.” (MS A, 44 v ) Mas, ao mesmo tempo, ela entende que é Jesus quem faz tudo (“O próprio Jesus tomou a rede”). Teresa sente que  “desejo de trabalhar pela conversão dos pecadores”, no entanto, ela não atribui nada para si mesma. Teresa descreve-nos a segunda experiência, imediatamente após a “graça de Natal”. Ela aprofunda a descoberta de sua vocação:

“Num domingo, fechando meu livro no final da Missa, a imagem de Nosso Senhor na Cruz saiu, mostrando apenas uma de Suas Divinas Mãos Divinas, perfuradas e sangrando. Eu senti uma emoção indescritível, como eu nunca havia sentido antes. Meu coração estava dilacerado pela dor de ver que ninguém se importava com o Precioso Sangue caindo no chão, e, resolvi permanecer continuamente em espírito ao pé da cruz, para que eu pudesse receber o divino orvalho da salvação e derramá-lo por sobre as almas. A partir desse dia, o grito de morte do meu Salvador- “Tenho sede!”- soou-incessantemente no meu coração, e acendeu nele um zelo ardente até então desconhecido para mim. Meu único desejo era dar a beber ao meu Amado, senti-me consumida com sede de almas “(Ms 45 ).

Jesus amor que redime, que deixa o seu sangue ser derramado por ela, abre-se em seu fogo, uma “sede de almas”, que corresponde a Jesus sedento na cruz. Descobrimos aqui, mais uma vez o que atrai o coração do ensinamento de Teresa. O amor divino, que vai para baixo, faz com que a auto-dedicação de Teresa, seja totalmente pessoal e totalmente universal. Então, Teresa descobre sua vocação pessoal e a sua vocação eclesial, ao mesmo tempo. Como Maria e com ela, ela deve estar ao pé da cruz, a fim de pertencer a Jesus completamente e para o coração da Igreja. Quanto mais sua vocação apura-se, mais ela vive em “sinergia” com a Igreja, com Maria, com o Salvador único. No entanto, não há dúvida: é Jesus quem faz tudo. Sua mediação na cruz não acrescenta nada para a obra de Jesus, e ainda é imperativo, para que o sangue de Cristo pode juntar-se todos os homens.

A terceira experiência acontece imediatamente após a graça do Natal e da experiência de “Tenho sede” experiência: a conversão do assassino Pranzini. O texto é de tal vigor, de tal vitalidade de fé, que eu quero mencioná-lo totalmente. Este é um poderoso testemunho da confiança na misericórdia de Deus.

“Só então eu ouvi muito falar de um notório criminoso, Pranzini, que foi condenado à morte por diversos assassinatos chocantes, e, como ele era bastante impenitente, todos temiam que ele seria eternamente perdido. Como eu ansiava para evitar esta calamidade irreparável! Para isso eu havia empregado todos os meios espirituais que eu conseguia pensar, e, sabendo que meus próprios esforços eram inúteis, eu me ofereci para o seu perdão pelos méritos infinitos de Nosso Salvador e os tesouros da Santa Igreja. Eu preciso dizer que no fundo do meu coração eu tinha certeza que o meu pedido seria concedido? Mas, para que pudesse ganhar coragem para perseverar na busca de almas, eu disse com toda a simplicidade: “Meu Deus, estou certa de que o perdão Tu deste ao infeliz Pranzini. Eu ainda acho que se ele não confessar seus pecados ou dar qualquer sinal de tristeza, porque eu tenho tanta confiança em Vossa Misericórdia ilimitada; mas este é o meu primeiro pecador e, portanto, peço por apenas um sinal de arrependimento para tranquilizar-me ” Minha oração foi concedida ao pé da letra. Meu Pai nunca nos permitiu ler os jornais, mas eu não acho que houve qualquer desobediência ao olhar para a parte sobre Pranzini. O dia depois de sua execução eu apressadamente abri o jornal, La Croix, e o que eu vi? Lágrimas traíram minha emoção, eu fui obrigada a correr para fora da sala. Pranzini tinha montado o andaime sem confessar ou receber a absolvição, e os executores já estavam arrastando-o para o bloco fatal, quando, de repente, aparentemente em resposta a uma súbita inspiração, ele se virou, pegou o crucifixo que o padre estava oferecendo a ele , e beijou as Chagas Sagradas de Nosso Senhor três vezes. . . . “(Ms A, 45 v ° – 46 v; Autobiography 97-99).

A certeza, que enche Thérèse, é inabalável: “Eu tinha a confiança que uma grande infinita misericórdia de Jesus!” O sinal que Teresa recebe reforça-a em sua vocação:

“Eu tinha obtido o sinal eu pedi, e para mim foi especialmente gentil. Não foi quando eu vi o Preciosíssimo Sangue que flui a partir das Chagas de Jesus que a sede de almas primeiro tomou posse de mim? Eu queria dar-lhes a beber o Sangue do Cordeiro Imaculado que poderia lavar suas manchas, e os lábios de “meu primogênito” tinham pressionados estas Divinas Feridas. Que resposta maravilhosa!

Depois de receber esta graça o meu desejo para a salvação das almas aumentou dia a dia. Pareceu-me ouvir Nosso Senhor sussurrando para mim, como fez com a mulher samaritana: “Dê-me de beber!” (Jo 4,7). É verdade que foi uma troca de amor: eu derramei o Preciso Sangue de Jesus em direção a essas almas e por Jesus  eu ofereci essas almas refrescadas com o orvalho do Calvário. Desta forma eu pensei em saciar Sua Sede, mas quanto mais eu lhe dava para beber, tanto mais aumentou a sede da minha própria alma e eu aceitei isso como a recompensa mais deliciosa “(Ms A, 46 v. °, Escritos autobiográficos 99)

Teresa já está no coração da sua vocação. Como não se pode ser envolvido pelas palavras da freira de 22 anos? Pranzini, seu “primeiro filho!” O que sua “pequena doutrina”, o caminho da infância espiritual, de confiança sem limites no amor misericordioso vai se tornar, ela sentiu ao obter o “julgamento misericordioso” de Jesus “, para seu filho “, do seu Crucificado, de seu amor redentor;  um julgamento misericordioso que ela esperava com uma certeza teológica, que não ele não iria cair no inferno.  A substância e o incentivo desta certeza, foi apenas Jesus, Jesus apenas!

2 .O Deus misericordioso. O coração do sua representação de Deus
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A “pequena via” é o da dedicação ao amor misericordioso; será sempre “permanecer no caminho do amor”. Teresa coloca o foco fortemente sobre essa via, quando ela desloca o foco da justiça de Deus para o amor misericordioso. Ela é bastante consciente desse deslocamento, e ela sente que é chamada pela graça de Deus, para anunciar esta missão, este Caminho. No final do Manuscrito A, ela diz expressamente:

“Depois de tantas graças, eu não veveria cantar como  o salmista que ” o Senhor é bom, que a sua benignidade dura para sempre “? Parece-me que, se todos estivessem a receber tais favores Deus seria temido por ninguém, mas gostava de excesso, para que ninguém jamais cometer a falha e, pelo menos intencional este através do amor, sem medo No entanto, todas as almas não podem ser iguais. É necessário que elas diferam uma da outro para que cada Perfeição Divina possa receber a sua honra especial… Para mim, Ele deu a Sua Infinita Misericórdia, e é nesse espelho inefável que eu contemplo seus outros atributos. Nisso tudo me parece radiante com Amor. Sua Justiça, ainda mais talvez do que o resto, parece-me ser revestidos com amor “. (Ms A, 83 v °).

E para mostrar de imediato, como a justiça de Deus é para ser contemplada “através de sua infinita misericórdia”, ela acrescenta:

“Que alegria pensar que Nosso Senhor é justo, isto é, que Ele leva em consideração a nossa fraqueza, que Ele sabe perfeitamente a fragilidade da nossa natureza! De que, então, precisamos ter medo? Não será Deus de Infinita Justiça, que se digna tão amorosamente ao perdão dos pecados do Filho Pródigo, ser também justo para comigo, “quem está sempre com Ele”? ” (Ms A, 83 -84 v )

Este conhecimento de Deus, como infinita misericórdia, ilumina toda a sua vida, sua oração e sua ação, sua vida convencional tão simples e sua missão eclesial com suas dimensões mundiais. Sua “doutrina” é apenas uma música e louvor para “o que o amor de Deus fez por ela” (Ms A, 3 v; C, 3 v °), no entanto, ela sabe, que ela tem essa missão, transmitir o que ela recebeu.

A base da sua doutrina está aqui: tudo nos planos de Deus, nos projetos de Deus, encontra o seu sentido e sua razão na infinita misericórdia: a obra da criação e do plano de salvação. Não é precisamente aqui que encontramos uma das razões-a razão – da universalidade de Teresa? Na verdade, o que a realidade surpreendente e óbvio: é amada em todos os círculos e todas as culturas. Voltaremos a ele. Que seja permitido a nós, desde já, para expressar nossa opinião sobre este assunto: Teresa revelou com uma força irresistível a beleza fascinante do amor misericordioso. Porque ela irradia isso com todo o seu ser, ela parece tão vencedora.

3. “Jesus é meu único amor”. (Inscrição em sua cela) cristocentrismo Teresa.
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Sua doutrina tem um conteúdo único e preciso: “Só Jesus”. Seu conhecimento de Deus, seu amor por “amor de Deus” tem um conteúdo exclusivo e preciso: “Quem tem Jesus, tem tudo.” (Um de seus poemas)
O nome “Jesus” é onipresente nos escritos de Teresa. Considerando que onde podíamos encontrar “Cristo” menos de 20 vezes em seus escritos, “Jesus” aparece mais de 1.600 vezes. “Ele é o sol, que ilumina todos” (Fr.-M. Léthel). Em Jesus, seu único amor, Teresa encontra todos: toda a vida divina da Santíssima Trindade, toda a criação, a Igreja, as últimas coisas .Vamos tentar esboçar algumas linhas pobres o que é muito mais abundantemente disponível em Teresa.

Uma pessoa Teria que demorar muito tempo com a sua oração mais importante, a “consagração de si mesma como uma oferenda ao amor misericordioso de Deus” de 9 de junho de 1985. Ela começa por abordar a Santíssima Trindade, para falar, em seguida, especialmente para Jesus, mas sempre numa perspectiva trinitária:

“Ó meu Deus, ó Santíssima Trindade, desejo amar-Vos e fazer -Vos amado; trabalhar para a glória da Santa Igreja, salvando as almas aqui na terra e entregando os que sofrem no Purgatório. Desejo cumprir perfeitamente Tua Santa vontade, para alcançar o grau de glória Tu tens preparado para mim no Teu Reino. Em uma palavra, quero ser santa, mas, sabendo como impotente eu sou, eu Te suplico, meu Deus, para ser Seu Amor minha santidade “. (Pri 6; Autobiography 280).

S. Teresa repete na sua oração: “Eu sinto no meu coração desejos infinitos”: o amor, com a qual ela quer o amor de Deus e que ela quer levar para os outros, é simplesmente o amor, com que Deus ama seu Filho , em quem ele deu-lhe tudo (veja Rm 8, 23):

“Desde que Tu me amava tanto a dar-me o Teu Filho Unigênito para ser meu Salvador e meu Esposo, os tesouros infinitos de seus méritos são meus. Alegremente eu ofereço a Ti, e peço-Vos a contemplar-me somente através dos olhos de Jesus, e em Seu coração ardente de amor. ” (Pri 6; Autobiography 280).

A famosa definição de amor, que submete Teresa (“Amar significa dar tudo e dar a si mesmo” – PN 54/22), primeiro aplica-se a Deus, que nos deu tudo, seu Filho, e ao tesouro “infinito de seus méritos “.

4. Tamanho da pobreza e da criatura.
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Nos aproximamos do coração da mensagem de “pequeno ensino” de Teresa: o paradoxo de sua pequenez, da sua pobreza, daqui nada de um lado e do tamanho do seu amor, de seu desejo infinito, por outro lado é o paradoxo de sua audácia totalmente simples, do tesouro da sua pobreza.
Teresa vive em um raro grau de conhecimento, em uma total dependência da criatura para o Criador. Porque ela sabe, ela é criada e contemplada pelo Pai “através Sagrada Face de Jesus e no seu coração ardente de amor, ela vive a sua dependência da criatura por meio de relação divina do Filho ao Pai. Sua doutrina toda a infância espiritual, a sua oferta ao amor misericordioso, a sua pobreza espiritual encontra o seu “lugar” na filiação eterna do Verbo encarnado. audácia dela vem do fato de que Jesus é para ela “Esposo meu amor” e que tudo o que é seu, pertence a ela.

Assim, no final do Manuscrito C, atreve-se a apropriar-se das palavras de Jesus em sua oração sacerdotal ao Pai, depois de ter mencionado isso por muito tempo como sendo a sua oração, ela pergunta:

“Talvez seja ousadia, mas, por um longo tempo, Tu não me permitistes ser ousada conTigo?  Tu me dissestes, como o pai do filho pródigo ao seu filho mais velho:”. Tudo o que tenho é teu “E por isso eu posso usar as tuas palavras muito próprias para atrair os favores de Nosso Pai Celestial sobre todos os que são queridos para mim. ” (Ms C, 34 ° v; Autobiography 271).

Esta audácia corresponde à sua pobreza. Quanto mais ela se sente pobre, mais ela se atreve a pedido:

“Eu sou apenas uma criança fraca e indefesa, mas é minha fraqueza que me faz ousar muito e oferecer-me, ó Jesus, como vítima ao Teu Amor. Antigamente holocaustos pura e imaculada só eram aceitáveis ​​para o Deus Onipotente. Nem poderia Sua Justiça ser apaziguados, salvo os sacrifícios mais perfeito. Mas a lei do medo deu lugar à lei do amor, e amor me escolheu, uma criatura frágil e imperfeita, como sua vítima. Não é uma escolha tão digno de Deus amor? Sim, por amor a fim de que possam ser plenamente satisfeito, deve inclinar-se até a nada, e deve transformar esse nada em fogo “. (Ms B, 3 v °).

5. A “pequena via” – modo de vida teológica
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Teresa quer ensinar através de sua “pequena via”, que a vida cristã é, acima de tudo a vida de uma teológia, uma vida de fé, esperança e caridade Sim, mas é necessário tornar-se pobre para viver a um nível divino; é necessário amar a pobreza de cada um, os nada de todos , é necessário libertar-se de tudo o que não é Deus, para que Deus seja Deus na nossa vida, para que ele “possa ​​transformar esse nada em fogo, para que possamos amá-lo com o Seu próprio amor. Isto é o que diz Teresa à  Irmã Mara do Sagado Coração, ao explicar-lhe seu manuscrito B:

“Querida irmã, você não entendeu que amar Jesus e ser sua Vítima do Amor,  o mais fraco e miserável formos o melhor material fazemos para este Amor que consome e transfigura em Amor?… O simples desejo de ser uma vítima é suficiente, mas também temos de consentir permanecer pobres e desamparados para sempre, e aqui reside a dificuldade: “Onde vamos encontrar alguém que é verdadeiramente pobre de espírito? Devemos buscá-lo de longe “, diz o autor da Imitação. Ele não diz que devemos procurar entre as grandes almas, mas” de longe “, isto é, na humilhação e no nada. Vamos permanecer longe de todos os que deslumbram, amando nossa pequenez, e o contentes por não ter alegria. Então seremos verdadeiramente pobres em espírito, e Jesus virá buscar-nos no longe que estejamos, e transformar-nos-á em chamas de amor…. Anseio fazer você entender o que eu sinto. Somente a Confiança deve nos levar ao amor…. ” (Ms B, 3 v °).

Para crer, esperar, amar, só por este motivo: porque Deus é Deus. É o grande ensinamento da pequena via. Então, Teresa nos traz uma doutrina, o que não é nova em nada. No entanto, ela tem um dom e uma vocação,  dizer isso de uma maneira nova. Ela diz de fato de que a vida cristã é uma transformação real: “Ele vai nos transformar em chama do amor!” Talvez encontramos aqui uma das necessidades mais urgentes da Igreja de hoje: lembrar a dimensão divina, teológica da vida cristã: “Não mais, eu estou vivendo, mas Cristo vive em mim.” (Gl 2, 20) .Teresa descobre sempre mais claramente que ela não vai ser capaz de encontrar nem ir por esse caminho da vida divina e “divinização”, se não for pela graça de Deus, e somente se ela sempre cresce mais a confiança da infância espiritual, na sua doação nos braços de Jesus, na oferta de si mesma ao amor misericordioso. “Infância espiritual” de Teresa é, assim, uma vida de um filho de Deus, movido pelo Espírito de Deus. (Veja Rm 8, 14).

6. Uma “eclesiologia da Misericórdia”
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Um elemento essencial da doutrina teresiana é a sua perspectiva sobre o mistério da Igreja, que se manifesta no Manuscrito B. O que Teresa vive para si mesma, vive-o inseparavelmente para a igreja. A feliz descoberta de sua própria vocação, para ser o amor no coração da Igreja, é a realização eclesial da sua descoberta do amor misericordioso e da Pequena Via: a Igreja como «mistério sacramental» (como o Concílio Vaticano vai dizer) , dependendo totalmente no amor de Deus, que age de forma eficiente em todas as profissões singularmente, porque existe fundamentalmente ao mesmo tempo uma identificação com o amor, uma influência do Espírito de amor, que realiza seu trabalho através de todos os seus instrumentos.

As consequências desta “eclesiologia do amor misericordioso” são importantes, tanto para a natureza da Igreja como para a sua missão. Para atualizar o Concílio Vaticano II, é frutífero para ler recentemente a idéia da “sacramentalidade” da Igreja (LG 1), à luz da percepção eclesiológica de Teresa.

Primeiro, é uma renovação dos sentidos, sobre a pobreza essencial da Igreja, cuja única luz é Cristo e cuja ação é instrumental e “sacramental”, em total dependência da graça da salvação de Deus, que é Amor. Esta Igreja recebe-se continuamente de Deus, e é aqui “por amor à vida”, é uma Igreja de pessoas salvas e redimidas, que está pendurada pelo fio da Misericórdia, uma Igreja, que não se pode atribuir, nem mesmo os bens espirituais , para si, uma Igreja que, com Jesus, vai para a mesa dos pecadores, para pedir com eles a oração do publicano: “falar em nome de seus irmãos: tende piedade de nós, Senhor, porque somos pobres pecadores! … Senhor, envia-nos de volta justificados. “(Ms C 6 r °).

Sentar-se à “mesa dos pecadores” sem o menor traço de julgamento ou sentença, mas na atitude de Jesus e do Pai cheio de misericórdia, que o enviou, esta é a atitude de Teresa, que sabe como ela própria é objeto da Misericórdia de Deus, que nos precede. É também a atitude da Igreja, que ama os pecadores com amor redentor de Jesus. A conclusão do Manuscrito C exprime tudo isso com um vigor raro:

“E não é para o primeiro lugar, mas à última, que me apresso. Deixo o fariseu para subir, e cheio de confiança que eu repita a humilde oração do publicano. Acima de tudo eu sigo Madalena, para o surpreendente, sim eu deveria dizer, a audácia amorosa, que delicia o Coração de Jesus, lançou seu feitiço sobre o meu. Não é porque eu tenho sido preservada do pecado mortal que eu levante o meu coração a Deus em confiança e amor. ” (Ms C, 36 v °).

Finalmente esta “eclesiologia da Misericórdia” é missionária no mais alto grau. Mas Teresa sabe, que só o amor atrai e que a verdadeira força de mover a ação missionária é o fogo do amor:

“Eu pedi a Jesus para levar-me para o fogo do seu amor, e para unir-me tão estreitamente a Ele para que Ele possa viver e agir em mim. Eu sinto que quanto mais o fogo do amor consome meu coração, tanto mais eu irei dizer: “Leva-me!” e mais almas também que estão prócximas a mim irão correr rapidamente no odor doce do Amado. Sim, eles vão correr, nós todos vamos correr juntos, porque as almas que estão no fogo nunca podem estar em repouso. . ” (Ms C, 36 r °).

A “eclesiologia do amor misericordioso” não seria completa sem uma última palavra sobre a “alavanca” de oração, que “levanta o mundo a partir da varas de pesca” e sem que Teresa não teria se tornado a padroeira das missões da Igreja Universal:

“Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio em que se apoiar”, disse Arquimedes, “e eu levantarei o mundo”. O que ele não poderia obter o seu pedido porque só tinha um fim material, sem referência a Deus, os santos têm obtido em toda a sua plenitude. Eles se apóiam no poder de Deus Todo-Poderoso em si e sua alavanca é a oração que inflama com o fogo do amor. Com essa alavanca que têm levantado no mundo com essa alavanca os santos da Igreja militante ainda vão levantá-lo, e levantá-lo até o fim dos tempos “(Ms C, 36 r ° – v º).

7. Realidade de Teresa
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 Já muito foi dito sobre a realidade de Teresa. Aqui, na conclusão, precisamos dizer algo da realidade do ensino de Teresa. Uma primeira observação se impõe: Teresa é universal: sua pessoa e sua pequena via de confiança, da infância espiritual (não se pode separar sua pessoa de seu “Caminho”) encontrou uma recepção surpreendente e absoluta e ainda vai encontrar. Sua influência tem um efeito em todos os lugares, e assim em muitas pessoas de todas as origens, cultura e até religião. Como “explicar” esse fenômeno? Eu acho que é a mesma coisa com Teresa como com todo o mistério cristão: é preciso levá-los tanto “literalmente”, com o máxima «realismo». Nas promessas de Cristo, não há nada nem exagerado nem fanático, tudo é perfeitamente real.  A força de Teresa consiste em que: nela, Jesus promete encontrar um siples SIM, plenamente confiante, sem restrição.

“Por causa da minha fraqueza, você gostou, Senhor, para encher os meus pequenos desejos infantis, e que hoje você quer, encher outros desejos, maiores que o universo …” (Ms B, 3 r °)
“Para mim, Ele deu a sua infinita misericórdia …” (Ms A, 83 v °).

Com toda a força da fé teologal, que tem Deus mesmo como objeto e motivo, Teresa acredita que Jesus realiza seus desejos infinitos de acordo com suas promessas; desejos que ele próprio fixou no coração de Teresa. Eu acho que não há outra explicação para a atração exercida, praticamente irresistível de Teresa, em todo o mundo, se não o que ela diz no final do Manuscrito C:

“Almas simples não podem compreender métodos complicados e, como eu sou um deles, Nosso Senhor me inspirou com uma maneira muito simples de cumprir minhas obrigações. Um dia, depois da Santa Comunhão, Ele me fez entender estas palavras do Cânticos:

“Leva-me:. correremos após ti ao odor dos teus ungüentos” Ó meu Jesus, não há necessidade de dizer: “em me levar, levar também as almas que eu amo”: estas palavras: “Leva-me” são suficientes Quando uma alma se deixa ser levado cativo pelo cheiro inebriante do Teus perfumes, ela não pode correr sozinha. como uma conseqüência natural de sua atração para Ti, as almas de todos aqueles que ama são levadas nesse trem. Assim como uma torrente carrega para as profundezas do mar tudo o que ele encontra em seu caminho, assim, meu Jesus, faz a alma que mergulha no oceano sem praias do teu amor traz consigo todos os seus tesouros. Meus tesouros são as almas que tem o prazer de te unir-se com a minha; Tu confidenciou-los para mim “. (Ms C 33 v ° – 34 v °).

A mensagem essencial Teresa é a seguinte: viver a vida divina, a fé, esperança e caridade, com um realismo extraordinário, com total confiança de uma criança hoje, nos menores detalhes da vida cotidiana, este é um caminho, aberto a todos, atraente para “muitas pequenas almas”. O que atrai  “pequenas almas” tanto quanto muitos pecadores, para Teresa, é o contexto, em que não se sente julgado por ela. Sente-se pelo contrário, sobre amado, sem receber a menor reprimenda. Na época dos “mestres da suspeita”, exerce uma atração surpreendente e irresistível.

Com Teresa, o ser humano descobre a si mesmo como “capax amoris”, como amado e capaz de amar. Não há nada, o que eleva o ser humano melhor, poderia curar e torná-lo mais feliz, mais do que o desenvolvimento desta capacidade. Como a experiência mostra, o encontro com Teresa, muitas vezes desencadeia, especialmente nos jovens, o desabrochar das forças do coração humano e a descoberta de felicidade, trazida pelo desprendimento e auto-dedicação como uma resposta para o encontro com o amor misericordioso.

Teresa lembra a Igreja, que é chamada para dirigir esse olhar divino de amor e misericórdia para com cada ser humano, juntamente com Jesus. Então, Teresa só tem o “privilégio” deste amor original (“Eu não posso imaginar qualquer grande amor para mim, do que aquele pelo qual você tem o prazer  de gasta muito em me cobrir com presentes.” Ms C, 34 v °), apenas para perguntar a Jesus “amar aqueles que você me deu, tanto quanto você me amou, sem mérito algum da minha parte.” (Ms C, 34 v °) O que dá a mensagem de Teresa  tanta força é a sua firme confiança de que a Misericórida de Deus se manifesta especialmente quando se deve descer em profundidade, para mostrar o seu tamanho, sem medida, no mais profundo das fraquezas.
Nosso tempo e a Igreja de hoje tem uma necessidade urgente de mestres, de diretores espirituais. Estamos convencidos de que, pelo amor misericordioso de Deus, Teresa foi dada ao nosso tempo, para içar-nos à vida autêntica por seu exemplo e intercessão.

Fonte: Portal Divina Misericórdia
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