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Projeto Raquel – Pastoral Familiar Regional Sul1

31 de outubro de 2011

O Projeto Raquel um serviço pastoral pós-aborto da Igreja Católica, nasceu nos Estados Unidos em 1984, está presente também na Espanha, Nova Zelândia, Guatemala, Eslováquia. Fundado em 1984, pela Sra. Vicki Thorn, na época diretora diocesana pró-vida em Milwaukee (Wisconsin), espalhou-se rapidamente para outras dioceses. Atualmente é assumido pela Conferência Episcopal dos Estados Unidos.
O Projeto Raquel consiste em uma rede de pessoas que prestam ajuda, incluindo sacerdotes, conselheiros leigos e outros, oferecendo cuidado individual ás pessoas que estão sofrendo após o envolvimento em algum aborto. É uma rede de cura baseada na misericórdia de Deus e é dirigido a mulheres, homens e seus familiares envolvidos com aborto, bem como conselheiros e profissionais voluntários (médicos, psicólogos, e outros) e a Igreja (padres, religiosos (as), tendo como ponto alto o encontro com Cristo no Sacramento da Reconciliação e consequentemente os outros Sacramentos.

Consequências do aborto:
Para a maioria das mulheres, as consequências do aborto não têm a ver com patologia física, mas com angústia e culpa. Estas sensações precisam de cura espiritual e psicológica. Ambos os aspectos devem ser abordados no processo de cura. Mágoa e culpa são reações normais em uma mulher que abortou um ou mais filhos. Ela pode enfrentar esta dor imediatamente após o seu aborto ou pode não percebê-la durante muitos anos, até que um incidente faça com que ela, de repente, se conscientize da necessidade de sua cura. Neste momento a Igreja tem de estar preparada para ajudá-la, tendo como grande ferramenta o Projeto Raquel.

Resposta da Igreja: os bispos católicos dos Estados Unidos, em 1975, no Plano Pastoral de Atividades Pró-vida enfatizam que é importante compreender que “a misericórdia de Deus está sempre à disposição e é sem limites, de modo que a vida cristã possa ser restaurada e renovada por meio dos sacramentos” (n°. 24). Assim sendo, decidiram colocar “os recursos pastorais da Igreja” a serviço das “necessidades específicas das pessoas que praticaram o aborto ou que tiveram alguma participação em algum” (n°. 6). A Conferência dos Bispos Norte Americanos preparou um manual, para ajudar a implantar o Projeto Raquel nas dioceses. Ele descreve as consequências do aborto para as mulheres, para os homens, para os avós da criança abortada e para todas as pessoas envolvidas. Orienta também o papel dos sacerdotes no aconselhamento e aborda questões sobre a reconciliação sacramental, incluindo uma seção sobre o direito canónico. O manual oferece orientações para que voluntários e sacerdotes saibam acolher e ajudar as mulheres e os homens a superar seu medo de confessar o aborto praticado e desejem aceitar e procurar o aconselhamento pastoral.

Atualmente, Dom João Carlos Petrini, Presidente da Comissão para a Vida e Família da CNBB é o responsável pela implantação do Projeto Raquel no Brasil.
Recomenda-se a leitura do “Manual de recursos pós-aborto para sacerdotes e dirigentes do Projeto Raquel“, que pode ser encontrado, em português, no site:
http://www.hopeafterabortion.com/projectrachelmanual/

Este Manual explica em que consiste o Projeto Raquel e, na página 55, se encontram instruções sobre como implantar o Projeto Raquel nas dioceses, uma vez que este é um serviço diocesano.

FONTES:
http://www.pfsul1.com.br/?p=4054
http://www.hopeafterabortion.com/

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