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Muçulmanos também esperavam a visita do Papa à África

22 de novembro de 2011

ROMA, 22 Nov. 11 / 08:10 pm (ACI)

O Arcebispo de Cotonou, e Presidente da Conferência Episcopal do Benin, Dom Antoine Ganyé, explicou que inclusive os muçulmanos e os seguidores da religião tradicional vodu do Benin, quiseram dar as boas-vindas ao Papa Bento XVI.

Em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano, Dom Ganyé considerou que “os muçulmanos, os fiéis da religião tradicional, e todas as religiões, estavam preparados para acolher o Papa porque todos queriam a bênção do Santo Padre”.

Não só os cristãos, mas “todos os benineses receberam Bento XVI com alegria”, porque a bênção do Santo Padre “é muito importante para nós os africanos”, afirmou o Arcebispo.

O Papa visitou entre os dias 18 a 20 de novembro o Benin por ocasião da assinatura da exortação apostólica post-sinodal Africae munus (O compromisso da África). Durante sua estadia no país, reuniu-se com a grande maioria de bispos africanos e se encontrou com sacerdotes, religiosos e religiosas, seminaristas, catequistas, doentes, jovens e 30 mil peregrinos vindos da Nigéria, Togo, Gana e Burquina-Faso.

“Foi um êxito para as pessoas! Esta viagem convida a uma verdadeira amizade com Deus, com os homens e também conosco mesmos”, considerou o prelado.

Graças à visita do Santo Padre, agora “somos sensíveis a estes três valores: a reconciliação, a justiça e a paz”, “o povo os percebeu profundamente”.

A viagem do Papa Bento XVI ao Benin esteve marcado por um forte empenho de devolver ao povo da África a esperança de viver nestes valores: “Acredito muito nesta esperança: Deus fará tudo para nos ajudar, para ajudar nossa fé e caminhar adiante. O povo está preparado para fazer todo o necessário para que esta esperança se converta em uma realidade!”, expressou.

Finalmente, o bispo indicou que a Igreja na África inicia um novo caminho para a evangelização depois da visita do Santo Padre.

“Agora começamos o verdadeiro trabalho porque as pessoas reconheceram a importância destes valores. Por isso, agora devemos trabalhar com todos os cristãos, para que cada cristão seja missionário entre aqueles que ainda não são cristãos”.

“Peço a todos os sacerdotes que trabalhem com o povo, com os cristãos e com todos para que estes trabalhos –a reconciliação, a justiça e a paz-, possam entrar na vidade todos nós”, concluiu Dom Ganyé.

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