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Lord inglês, vestido de árabe, fura o consenso ambientalista da ONU e é expulso da COP-18

15 de dezembro de 2012

ATAQUE À IGREJA

Monckton-of-Arabia-2-CFACT1-300x169Terceiro Visconde Monckton de Brenchley, Lord Christopher Monckton é conselheiro-chefe de política doInstituto de Ciências e Políticas Públicas de Londres1, um acérrimo e hábil opositor da idéia doaquecimento global gerado pelo homem, e membro do CFACT – Comissão por um Futuro Construtivo, na sigla em inglÊs

Ele vestiu-se de emir árabe,  burlou a segurança da ONU na plenária da Conferência COP-18 ocorrida até o dia 8/12 p.p. em Qatar, e pronunciou um discurso contra a farsa do aquecimento global. Foi o suficiente para tomarem a atitude pouco tolerante de expulsá-lo do COP…

A jornalista Giuliana Miranda, enviada especial a Doha, pela Folha de São Paulo2, escreve procurando desqualificar a posição de Lord Monckton chamando de “o cético, um dos grandes opositores em seu país do consenso científico (sic!) sobre as mudanças climáticas”.

Consenso científico, que tem vários opositores… então não é consenso!

Resulta que mesmo na Inglaterra como no mundo todo o assim chamado aquecimento global provocado pela atividade humana não é consenso, e muito menos científico. Parece que a jornalista –  enviada especial da Folha – não ficou sabendo do Climagateocorrido na Inglaterra, quando vasaram e-mails dos tais “cientistas consensuais” combinando a fraude de informações para favorecer as suas teses3.

O mesmo “esquecimento” da mídia ocorre com relação à carta aberta que 100 cientistas dirigiram ao secretário-geral da ONU (13-12-2007) na qual se encontra a afirmação: “É impossível deter as alterações climáticas. O IPCC tem publicado conclusões cada vez mais alarmistas sobre a influência climática do COde origem humana, um gás não poluente que é essencial à fotossíntese. As conclusões do IPCC são absolutamente injustificadas. É fútil tentar impedir o clima de se alterar”4.

O consenso, como veem, é apenas uma figura de linguagem, um dos instrumentos para criar o clima que o príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança descreve em seu livro-denúncia “Psicose Ambientalista – Os bastidores do Ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e antinatural”.

Não raras vezes esse “consenso” é obtido silenciando quem quer se pronunciar contra a não evidência científica da mudança climática provocada por ação do homem. Mais uma prova disso foi a expulsão de Lord Monckton da recente COP-185.

Conclusão: o consenso científico ambientalista é obtido pelo silêncio ou “esquecimento” da mídia conjugado com expulsão e perseguição dos cientistas não-consensuais.

Notas:

1 – Para saber mais sobre a personalidade acesse: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/65B4449D-C518-6653-145DEA83DE41BAE0/mes/Agosto2012

2  – Cético britânico dribla segurança e discursa na COP-18,http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1198230-cetico-britanico-dribla-seguranca-e-discursa-na-cop-18.shtml

3 – Destacado alarmista climático confessa fraude e renuncia, http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2012/04/destacado-alarmista-climatico-confessa.html

4 – Psicose Ambientalista, cap. IV, I-4. Distorções ou fraudes nos relatórios do IPCC, pag. 52

5- A 18ª Conferência das Partes (COP 18) da Organização das Nações Unidas, em Doha, Catar onde se reuniram ministros e negociadores de cerca de 200 países para impedir as mudanças climáticas através da diminuição de emissões dos gases ditos de efeito estufa CO2.

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